quinta-feira, 4 de abril de 2013

Um Poema para Alma...


Secret Garden


Estou Apaixonada por Você


O AMOR É PACIENTE E BONDOSO

O amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Não é grosseiro, nem egoísta. Não se irrita, nem fica magoado. O amor não se alegra quando alguém faz alguma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. “O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência” - (I CO 13.4.7).

Existem duas coisas muito difíceis de serem adquiridas: A verdade e o amor verdadeiro. Ambos são trabalhosos de serem conquistados. Ainda assim, nunca desista de perseguir os seus sonhos! Busque sempre a verdade. Busque sempre o amor. O tempo todo! Persista em alcançar o seu alvo, e estará no caminho certo. A busca incansável do amor na verdade e da verdade no amor é a nossa tarefa singular. Encontre-os, e seja prá sempre muitíssimo feliz!...

“Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delicias perpetuamente” Salmos, 16:1.

Livros  O amor é paciente e bondoso.



De Bem com o Planeta


Conheço-te mas nunca te vi


Conheço-te mas nunca te vi, sei como sentes porque fazes parte de mim. O saber que existes ilumina-me diariamente pois tu és a essência do meu existir, do meu ser. Conheço-te mas nunca te vi, sei que andas também incompleto pelo mundo porque te falta uma parte de ti. Eu não desisto de te encontrar. Não sei quando irá acontecer, mas saberei reconhecer-te. Saberei ler-te o olhar, saberei ler-te a alma… Perante o cosmos, o nosso reencontro unirá os nossos espíritos e revigorará as leis universais do amor, seremos eternos e juntos viveremos e partiremos na Luz. Conheço-te mas nunca te vi, espero por ti, és a outra parte de mim…


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A UM AUSENTE

(Geen Valley - Peak District - England)

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste

(Carlos Drummond de Andrade)